quarta-feira, 27 de julho de 2016

Asilo não é sinônimo de crueldade


   Projeções do governo federal apontam para um crescimento do número de brasileiros idosos de 23 milhões para 35 milhões, nos próximos 15 anos. Esta estimativa reflete as famílias que ficam cada vez menores; casais têm menos filhos e todos estão ativos no mercado de trabalho. Falta gente em casa com tempo para se dedicar aos idosos. 
  Uma das opções que estas famílias encontram é de deixá-los em casas de repouso, onde possam receber mais cuidados e atenção. A cuidadora Maria de Jesus Lima afirma que a maioria das vezes os idosos que chegam ao abrigo Frederico Ozanam sentem-se abandonados “ Tem muitos filhos e netos que só visitam a casa na primeira semana e nunca mais aparecem. Por causa disso, os idosos se sentem esquecidos e ficam abalados emocionalmente pelo o abandono familiar”, explica. 
  Muitos idosos que residem na Casa Frederico Ozanam encontram-se debilitados, alguns com transtornos mentais, outros com doenças imunológicas, e poucos chegam totalmente saudáveis. Por conta disso, a Casa oferece equipe médica voluntária e totalmente afetiva para tratar desses idosos.
   A.L, idosa, relata que possui várias experiências em sua vida, mas que o pior de todas foi sofrer maus tratos “ Tenho muitas histórias vividas, já brinquei, sorri, dancei. Muita coisa boa eu já desfrutei da vida. Nunca tinha passado por uma sensação tão ruim, como sofrer maus tratos, ver meus familiares rebeldes comigo. Via isso como um trauma. Hoje estou  feliz por estar aqui, sou bem cuidada e tenho afeto que não recebia”, conclui.
   A casa Frederico Ozanam oferece um bom espaço de convivência e promove uma maior interação entre os moradores daquele ambiente, pois lá se distraem, conversam, trocam experiências de vida e afetos. Para maioria dos idosos, é sempre melhor ficar com a família. Se for necessário colocá-lo em um asilo, a família deve visitá-lo maior frequência possível.

Asilo não é sinônimo de crueldade


Projeções do governo federal apontam para um crescimento do número de brasileiros idosos de 23 milhões para 35 milhões, nos próximos 15 anos. Esta estimativa reflete as famílias que ficam cada vez menores; casais têm menos filhos e todos estão ativos no mercado de trabalho. Falta gente em casa com tempo para se dedicar aos idosos. 
Uma das opções que estas famílias encontram é de deixá-los em casas de repouso, onde possam receber mais cuidados e atenção. A cuidadora Maria de Jesus Lima afirma que a maioria das vezes os idosos que chegam ao abrigo Frederico Ozanam sentem-se abandonados “ Tem muitos filhos e netos que só visitam a casa na primeira semana e nunca mais aparecem. Por causa disso, os idosos se sentem esquecidos e ficam abalados emocionalmente pelo o abandono familiar”, explica.
Muitos idosos que residem na Casa Frederico Ozanam encontram-se debilitados, alguns com transtornos mentais, outros com doenças imunológicas, e poucos chegam totalmente saudáveis. Por conta disso, a Casa oferece equipe médica voluntária e totalmente afetiva para tratar desses idosos.
A.L, idosa, relata que possui várias experiências em sua vida, mas que o pior de todas foi sofrer maus tratos “ Tenho muitas histórias vividas, já brinquei, sorri, dancei. Muita coisa boa eu já desfrutei da vida. Nunca tinha passado por uma sensação tão ruim, como sofrer maus tratos, ver meus familiares rebeldes comigo. Via isso como um trauma. Hoje estou  feliz por estar aqui, sou bem cuidada e tenho afeto que não recebia”, conclui.

A casa Frederico Ozanam oferece um bom espaço de convivência e promove uma maior interação entre os moradores daquele ambiente, pois lá se distraem, conversam, trocam experiências de vida e afetos. Para maioria dos idosos, é sempre melhor ficar com a família. Se for necessário colocá-lo em um asilo, a família deve visitá-lo maior frequência possível.